VOZ DE PERFORMANCE: É a voz utilizada, profissionalmente ou não, em apresentações (Fala ou Canto)

Minha foto
São Paulo, São Paulo, Brazil
Reinaldo Kazuo Yazaki é médico otorrinolaringologista, CIRURGIÃO OTORRINO E CIRURGIÃO DE VOZ, CRM 107745, também pesquisador em Voz & Laringologia, tb dedicado à VOZ CANTADA, graduado na Escola Paulista de Medicina. Obteve Título de Médico-Residente Concursado, do Depto. de Otorrinolaringologia da Universidade Federal de São Paulo. Em exame teórico-Prático, obteve o Título de Especialista em OTORRINOLARINGOLOGIA em 2006, pela Associação Médica Brasileira e Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial. Tornou-se médico-colaborador totalmente voluntário e orientador-voluntário dos médicos-residentes da Universidade Federal de São Paulo, na área de Laringologia e Voz, Cirurgias de Voz e Câncer de Laringe, desde 2006 até 2011. Tem interesse especial por Voz Profissional e Cantada e Cirurgia Oto-Rino-Laringológica. Tem afinidade pela atuação em Cirurgia. Hoje, tem como principais atividades profissionais as cirurgias para a VOZ, das amígdalas, desvios de septo, especialmente em cantores, com experiência em TODAS as cirurgias otorrinolaringológicas, incluindo as de CANTORES profissionais. __reinaldoyazaki@yahoo.com___Consultório:11-9.83737503.

BARíTONO!!!

BARíTONO!!!
Saudades do CORAL UNIFESP !!!!

Aula dada no CONGRESSO BRASILEIRO DE OTORRINOLARINGOLOGIA, SEÇÃO DE LARINGOLOGIA E VOZ PROFISSIONAL

Aula dada no CONGRESSO BRASILEIRO DE OTORRINOLARINGOLOGIA, SEÇÃO DE LARINGOLOGIA E VOZ PROFISSIONAL
COMO AVALIAR O CANTOR LÍRICO E POPULAR EM 4 PASSOS: RUMO A UMA AVALIAÇÃO MAIS RACIONAL E DIRECIONADA PARA A QUEIXA DA VOZ CANTADA.

Coral Unifesp

Coral Unifesp
Espetáculo: " A era do rádio: 70 anos da Rádio Nacional": Casa lotada em vários dias de apresentação: + de 300 pessoas por dia!!!!!

domingo, 27 de maio de 2018

Algumas pessoas ainda insistem em dizer que o sucesso que pensam que alcanço é fruto do Instagram ou do Facebook ou de entrevistas. Engano! Todo crescimento profissional sustentado se reveste de muita dedicação, abdicações, determinação e muito, mas muito estudo. Facebook, Instagram ou entrevistas representaram sempre muito pouco no meu crescimento, pois a maior parte dele (99%) se deve à confiança que os artistas que acompanho com amor e técnica, que me indicam para seus melhores amigos. Por isso que eu cuido predominantemente de artistas. Entrevistas com revistas ou rádios me servem para que outros tipos de pacientes procurem otorrinos em seus respectivos locais. Isto é fomento à saúde do povo e também é função minha, pois amo o que faço. Por isso, gostaria de falar um pouco da justificativa de tanta paixão pelo que faço e, por conseguinte, deste crescimento. Jamais pensei ou penso que sou melhor do que os outros: sou somente mais UM MÉDICO no mesmo barco dos outros, nessa vida tão difícil da medicina do nosso país. 
Sempre quis ser médico para espelhar meu tio pediatra e, segundo minha mãe, desde meus 3 anos. Passei minha infância dizendo que seria médico quando crescesse. Mas passar no vestibular de medicina da Fuvest e concorrer com 10.000 outros candidatos seria uma tarefa, no mínimo, difícil para um estudante de classe média, filho de um fotógrafo e de uma manicure (dos quais me orgulho), para não dizer impossível, já que tive que estudar e trabalhar durante praticamente todo o meu colegial, durante o ensino público estadual de SBC (Escola Antônio Nascimento). Onde estive, sempre fui um excelente aluno e com uma das melhores notas e uma facilidade imensa para aprender. Trabalhei como Office-boy no centro de SP, balconista de vídeo-locadora e até como FEIRANTE em SBC, no meu ano de maioridade, para guardar dinheiro para fazer o cursinho. Trabalhei como MONITOR do #anglovestibulares, para poder ter como troca o cursinho, que meus pais infelizmente não tinham como pagar. Durante o Cursinho, mantive-me dentre os 14 melhores desempenhos, mesmo tendo que dividir estudo com trabalho e mesmo sem ter tido todo o conteúdo programático do colegial que a maioria oriunda de escolas particulares havia tido. Passei na tão sonhada escola paulista de medicina (EPM), e também tive excelentes desempenhos durante o curso. Prestei a Otorrinolaringologia na residência médica e passei com nota elencada dentre as as 15 melhores notas de toda a residência de 2003 na EPM. Segui meu caminho devorando livros e artigos científicos, abrindo mão de muitas coisas- das quais nunca me arrependirei- para chegar até aqui. Passei em 3 concursos públicos para Otorrino e até hj me dedico também ao SUS. Meu primeiro paciente privado foi um cantor. Comecei a ir a congressos no exterior em 2008, com o objetivo desde o início para aprender sobre a voz cantada- que não existia nesta época ainda nos livros-texto. Desde então, já se passaram 41 congressos ou meetings e me orgulho de ter-me tornado hj palestrante dos maiores, por causa de comprovada experiência e consistência em minhas palestras. E escrever tudo isto, não é para eu parecer melhor que os demais, deve servir para que aqueles que se sentem menores, que não se sintam, pois aqui é sangue com suor, com pitadas de fome- nos idos de 1995-1996. NUNCA ENTENDERÁ TUDO ISSO QUEM SEMPRE TEVE TUDO CAINDO PRONTO EM SUAS MÃOS, sem ter a preocupação maior do que corresponder com o esforço àqueles que custearam todo o seu estudo, e pode ser complexo demais, para não dizer impossível e não-palpável.
Para pessoas com a esta minha história de vida-conheço muitas assim-, nenhum problema pequeno é grande, pois os maiores já foram classificados como pequenos no meio do caminho. Então, crescer se torna uma obrigação e paixão, e não uma opção. 

Por tudo isso, não pensem que tudo isto caiu do céu, que tudo isso é meramente por rede social, que eu consigo crescer porque tenho como hobby estar nas mídias sociais, pois a história do Dr. Rei começou muito tempo atrás do que o nascimento das mesmas. Surgiu com a paixão pot me tornar um bom médico. Assim como todos os outros que conheci em minha vida, e quem os respeito, admiro e a quem me afeiçoo. TRABALHEM TAMBÉM, pois existe meritocracia no trabalho bem feito. Sem precisar depreciar ninguém. Tampouco, frear o crescimento de alguém. “TRABALHE COM O QUE VC AMA, E NÃO PRECISARÁ TRABALHAR UM DIA SEQUER.”

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

MOVIMENTOLOGIA LARÍNGEA E DO TRATO VOCAL

É o protocolo do consultório sobre o ESTUDO PROSPECTIVO DOS MOVIMENTOS BIOMECÂNICOS DA LARINGE DO TRATO VOCAL DURANTE AS TAREFAS VOCAIS CANTADAS OU FALADAS, que já conta com mais de 1.000 cantores, dentre profissionais e amadores, e já dura 07 anos.

Objetivo: Avaliar a dificuldade biomecânica nas disfonias funcionais (que não apresentam lesão), as estratégias fisiológicas de movimentos laríngeos, dos diversos estilos de canto, o impacto negativo das lesões em pregas vocais na fisiologia e nos movimentos da laringe. Traçar, com auxílio do fonoaudiólogo e do professor de canto, estratégias de exercícios vocais e cuidados médicos gerais que possam trazer cura mais precoce desta dificuldade, evitando ao máximo a cirurgia vocal ou laríngea. Utilizar a cirurgia vocal como último meio de tentativa de melhora.

Sinais laringoscópicos de refluxo na laringe: será que realmente tenho refluxo??? Será que podem ser responsabilizados pela dificuldade em minha voz???

"Frequentíssimamente no cotidiano do consultório de Otorrinolaringologia, diagnostica-se no mundo todo o REFLUXO LARINGOFARÍNGEO, DOENÇA DO REFLUXO GASTRO-ESOFÁGICO COM REPERCUSSÃO LARINGOFARÍNGEA, REFLUXO NAS PREGAS VOCAIS, SÍNDROME FARINGOLARÍNGEA DO REFLUXO. Entre nós, otorrinos brasileiros e  internacionais, sempre existe a indagação: -será que existe tudo isso de refluxo que estamos diagnosticando?? 

Os sintomas que ocorrem, nesses casos, NÃO SÃO EXCLUSIVOS DE REFLUXO, podendo ocorrer também em outras condições médicas como, por exemplo, a RINITE ALÉRGICA, a RINITE NÃO-ALÉRGICA, o USO DE ATRITO EXAGERADO NA PRODUÇÃO VOCAL, nas TRAQUEÍTES CRÔNICAS. Há, ainda, estudos, que dizem que a inflamação pode ocorrer de forma isolada na laringe, tendo surgido dela mesma. 

PORTANTO, talvez a expressão "sinais de refluxo na laringe" possa estar equivocada, pois nos induz a pensar em tratar medicamente o refluxo gastroesofágico, quando na verdade possa se tratar de outras entidades. 

PREFERIMOS utilizar a expressão "síndrome faringolaríngea da laringite posterior", pois esta abrange todas as possibilidades, enquanto nós, médicos, prosseguimos com as investigações para chegarmos ao diagnóstico mais definido. 

Temos observado que a porcentagem real de refluxo nos pacientes com os sintomas genéricos é muito menor do que seria, se pensarmos nas outras causas citadas acima. 

Logo, se há sintomas de refluxo, sem melhora com os tratamentos para refluxo, pensem que pode ser outra a causa dos seus sintomas na fala ou no canto. "

(Reinaldo Yazaki)

SOBRE O SIGILO MÉDICO DO ARTISTA:

"Como médico que cuida de performers e outros artistas, deparo-me com o desafio da PRESERVAÇÃO DO SEGREDO-SIGILO MÉDICO, contra divulgações dos quadros clínicos para três instâncias: (a)Mídia's/Imprensa's, (b)Classe a que pertencem, (c)Empregadores. Sofro algumas críticas e, por vezes, algumas retaliações de alguma dessas instâncias por não informar a causa do afastamento por licença/atestado ou da dificuldade vocal momentânea. Mesmo assim, creio que DEVO CONTINUAR a manter este sigilo, que resguarda o artista da divulgação de uma fragilidade que pode trazer consequências negativas para sua carreira atual ou futura, seja esta dificuldade temporária ou somente tratável por cirurgia. IMPORTA-ME, COMO MÉDICO, A PREVENÇÃO DE QUE PEQUENAS CONDIÇÕES VOCAIS RUINS SE TORNEM GRANDES, QUANDO TRARIAM CONSEQUÊNCIAS DELETÉRIAS DO PONTO DE VISTA DE GASTOS FINANCEIROS COM CIRURGIAS E/OU COM NECESSIDADES DE AFASTAMENTOS OBRIGATÓRIOS DO ESPETÁCULO EM CARTAZ, EVITANDO SUBSTITUIÇÕES DEFINITIVAS COM PERDA DEFINITIVA DA EXPOSIÇÃO AO PÚBLICO. ANTES UM AFASTAMENTO DE ALGUNS SHOWS, DO QUE TODO ESTE RESTO." 

terça-feira, 14 de outubro de 2014

QUANDO UM CANTOR PROFISSIONAL DEVE SE SUBMETER À UMA CIRURGIA EM SUAS CORDAS/PREGAS VOCAIS??? (OPINIÃO PRIVADA, EM TRÂMITE DE PESQUISA CIENTÍFICA)


POST DE PRUDÊNCIA VOCAL:

"A CIRURGIA DE PREGAS ou CORDAS VOCAIS em cantores profissionais DEVE SER, a princípio, realizada quando há lesões ou machucados de ORIGEM RECENTE ou ANTIGA e que POSSAM SER CULPADOS pela DIFICULDADE NA PERFORMANCE DO CANTO que estes apresentam como QUEIXA para a nossa equipe de saúde de voz.
Variações anatômicas (Alterações estruturais mínimas, como conhecidas no nosso meio) que existem há muitos anos e acompanharam o início e o meio da CARREIRA INTEIRA desses cantores NÃO DEVEM, em minha opinião, SER CULPADAS PELA ATUAL DISFONIA OU DIFICULDADE VOCAL, pois estiveram presentes em todos os outros momentos, sem queixas ou descompensações, portanto, TAMBÉM NÃO DEVEM, num primeiro momento, SER SUBMETIDAS A CIRURGIAS e, SIM, a TREINAMENTOS/CONDICIONAMENTOS VOCAIS com FONOAUDIÓLOGOS FORMADOS e ESPECIALIZADOS EM VOZ, BEM COMO a aulas de canto COM PROFESSORES DE CANTO experientes QUE ACEITEM A PARCERIA ORL-FONO-PEDAGOGIA/CANTO. 

Tenho recebido um sem-número de CANTORES COM EXPERIÊNCIA DE 7 ANOS OU MAIS, que têm recebido a INDICAÇÃO DE UMA CIRURGIA DE INFILTRAÇÃO DE SORO FISIOLÓGICO NAS PREGAS VOCAIS, em cantores sem-lesões de pregas vocais, com o INTUITO PROMETIDO de atingir notas musicais mais agudas, à altura dos ícones desses mesmos. 

A minha OPINIÃO SOBRE ESTE PROCEDIMENTO, o que está sob estudo e pesquisa científica, é que esta cirurgia- afinal "fura" as cordas vocais- pode transformar um cantor de voz MAIS LEVE em cantor de voz MAIS PESADA, o que lhe tiraria as maiores chances de desenvolver a técnica de voz mista, que mescla ambos as regiões de ajustes dualmente distintos da voz cantada, e permite o trânsito em direção aos agudos mais fácil e uma voz profissional mais duradoura, por aliviar os atritos envolvidos com todas as vocalizações do dia-a-dia."

PEÇO QUE COMPARTILHEM ESSAS INFORMAÇÕES, A FIM DE QUE POSSAM PENSAR ANTES DE ACEITAREM A REALIZAÇÃO DESSES PROCEDIMENTOS, quem numa parte desses cantores poderia representar o fim da voz aguda.

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Vozes da sociedade e suas complexidades: qual voz é mais complexa?

Seguramente, a voz mais complexa da sociedade é a voz cantada. Envolve mais de 20 notas musicais ou frequências distintas, em brilhos e timbres distintos, com volumes e intensidades também distintos, com usos sistemáticos que beiram o "desumano", em shows muitas vezes demasiado longos com mais de 40 canções de intérpretes distintos, por serem cantados somente por um ou dois cantores. 

POSTO ISTO, verifica-se que temos outras vozes de outras profissões que dependem da voz no trabalho e, nestas, as demandas ou necessidades não costumam ser diferentes, uma vez que existe a necessidade obrigatória de uso no trabalho. 

Considerando o caráter multifatorial que envolve a voz cantada, a mais complexa, AFIRMO que todas as outras vozes da sociedade tornam-se mais acessíveis ao tratamento com otorrinos e fonos, quando estes profissionais conhecem "a fundo" a fisiologia e o processo de diagnóstico e terapêutica da VOZ CANTADA. 

VALE RESSALTARMOS que muitas vezes o diagnóstico de distúrbios dos movimentos biomecânicos da laringe em cantores pode também ser aplicado em não-cantores, com muito bons resultados, já que a voz costuma ser única, mudando somente o grau de complexidade em que é utilizada em cada indivíduo na sociedade. 

ALGUNS médicos referem que deveriam alguns não-cantores passarem por aulas de canto para tornar o processo de cura e melhora mais rápido. PARTICULARMENTE, NÃO COMPARTILHO DA MESMA IDEIA, uma vez que creio que DEVEMOS SER NÓS, OS CUIDADORES, que deveríamos saber utilizar estes instrumentos do canto, como fatores de manejo, em cada caso individual, na cura e melhora daqueles que não são cantores. Aulas de canto para um EXECUTIVO ou PRESIDENTE poderiam ser dispendiosas do ponto-de-vista de tempo. DEVEMOS ser nós aqueles que sabem O QUE  utilizar.

Estou contente que em nosso país, especialmente, haja crescido tanto interesse na compreensão da FISIOLOGIA DA VOZ CANTADA, seguindo o exemplo de CHILE, em que isto será ensinado dentro de institui ções universitárias, com cursos de meses de duração. Logo, fonoaudiólogos e otorrinos chilenos colherão os frutos de tamanho investimento, POIS OS CONHECIMENTOS APROFUNDADOS DA FISIOLOGIA E BIOMECÂNICA DA VOZ CANTADA são PRIMORDIAIS na compreensão de todas as outras vozes da sociedade. Hoje, depois de 7 anos de pesquisas, posso dizer que antes de ter aprendido tudo, creio que deveria ter aprendido esta fisiologia, pois aí então TUDO TERIA SIDO MAIS FÁCIL. 



FELICÍSSIMO ANO NOVO DE 2014 PARA TODOS VOCÊS! Desejo que neste próximo ano, continuemos a promover melhoras na Vida e na Qualidade de Vida! 
Que a Arte continue a crescer em São Paulo e no Brasil, em prol da solidificação progressiva que tem ocorrido nos últimos anos, na carreira artística! 
E que, nós, deste Consultório de Otorrinolaringologia Aplicada à Voz Artística e de Performance (Profissional e Amadora), possamos continuar a cuidar, ajeitar, aprimorar, operar, tratar esses OUVIDOS, NARIZES, OUVIDOS, GARGANTAS E CORDAS VOCAIS de todos vcs, ARTISTAS E OUTROS usuários da voz no trabalho ou iniciantes! 
Um beijo caloroso e um abraço apertado com muito boas energias, 

Dr. Rei

domingo, 29 de setembro de 2013

SOBRE o trabalho do meu Consultório de Otorrinolaringologia Aplicada à Voz de Performance e Artística, nos últimos anos:


"OBJETIVOS
Ensinar, divulgar, conscientizar a população de cantores- atores de teatro musical paulistano sobre o funcionamento da laringe e do trato vocal, os cuidados de saúde vocal, mecanismos de prevenção de lesões e a necessidade de acompanhamento médico, fonoaudiológico e com professor de canto.

MATERIAL E MÉTODO
Levantamento realizado com material de prontuários do consultório de otorrinolaringologia frequentado principalmente por cantores profissionais com atuação profissional de ponta e seleta, discussões com especialistas internacionais da área, aulas frequentadas nos congressos internacionais da área de voz, registros de mais de 700 cantores profissionais e amadores, em imagens de exames laringoscópicos, estroboscópicos e avaliações fibroendoscópicas do canto.

DESENHO DO ESTUDO
Relato de experiência, associado a evidências científicas e hipóteses em teste. Descrição científica dos cuidados de saúde vocal.

RESULTADO
A repetição da observação dos diversos fenômenos de postura e movimentos laríngeos e do trato vocal nos permite encontrar dados ou comportamentos biomecânicos que não são congruentes com saúde e outros que representam proteção vocal. A associação de doenças como alergia ou refluxo podem ser fatores que reduzem a eficiência na performance, bem como as infecções, que se associaram a lesões agudas, como a inchaços pontuais nas pregas vocais. Cantores tiveram a tendência de subestimar lesões em suas pregas vocais, por crerem que se tratava de refluxo. A automedicação contribui para a performance, mas associou-se a efeitos colaterais graves em alguns pacientes, como aumento de peso, aparecimento de estrias na pele, dores de estômago muito fortes, fraqueza geral e perda de disposição, e até lesões nas pregas vocais. Ao contrário do que a literatura aponta, não observamos efeitos colaterais vocais que pudessem se atribuídos ao uso de medicações antibióticas, analgésicas, antiinflamatórias, corticóides, desde que tomados alguns cuidados médicos.

CONCLUSÕES parciais
É de suma importância valorizar o aparecimento do declínio na boa qualidade vocal, que não retorna à normalidade de forma espontânea. Esta é a principal forma de detectar alterações vocais iniciais e leves, que podem melhorar com o cessar-atrito vocal, ou seja, com o repouso vocal associado a medicações e alguns cuidados. Também, permite que tratemos logo aquela infecção ou alergia que afetaria ou impediria a importante performance profissional alguns dias depois, que poderia trazer danos à reputação do performer e/ou do espetáculo, bem como redução de ganhos diversos."
(Direitos de Reinaldo Kazuo Yazaki, Reinaldo Yazaki, Dr.)

segunda-feira, 15 de abril de 2013

FELIZ DIA MUNDIAL DA VOZ!!! 16 ABRIL 2013


VOZ é SER. EXPRESSÃO do nosso MELHOR, já que ninguém está aqui só por estar. MELHOR que podemos CANTAR, ATUAR, RECITAR, PROCLAMAR, PALESTRAR, AMAR, ENCANTAR, XAVECAR, ENSINAR, JULGAR, ABENÇOAR, CULTUAR, APRENDER, REPETIR, CANTARATUAR, PRODUZIR, CRIAR, COORDERNAR, ORIENTAR, EXPRESSAR, ADORAR, ACARICIAR, ENDIREITAR, PROTEGER, IDENTIFICAR, ASSOCIAR e inúmeras outras ações de nosso cotidiano pessoal e profissional que tornam nossas vidas mais belas e VÁLIDAS ou VALIOSAS! FELIZ DIA MUNDIAL DA VOZ!!! MENSAGEM DO DR. REI PARA TODOS AQUELES QUE GOSTAM E CUIDAM DE SUAS VOZES!!! (RY)

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Levantamento dos Motivos de Consulta no Consultório

Cada vez mais, percebo que o médico otorrino que tb se dedica ao tratamento da Voz Profissional e Cantores torna-se a referência para as urgências em voz/ouvidos/nariz/garganta dos usuários profissionais da voz. Mais da metade dos pacientes do Consultório de Otorrinolaringologia e Laringologia & VOZ vêm por causa de resfriados/gripes/sinusites/laringites/traqueítes/pneumonias/faringites/amigdalites/otites, seguidos de alergia/refluxo e, felizmente (para os cantores), em último lugar (e que assim continue), lesões em pregas vocais. Assim, temos a chance de aproveitar a consulta de urgência para introduzir todos os cuidados preventivos de lesões em pregas vocais!!!!! :) :) :)

terça-feira, 9 de abril de 2013

DICA LARINGOLÓGICA DO DIA: Voz com alteração recente VERSUS Desejo/Obrigação de Performance:

Um dos fatores de maior risco para a prática da Voz Profissional, seja esta cantada ou falada, é a performance sob condições laríngeas ou cordais do profissional, que têm determinado redução da qualidade da voz e/ou necessidade de esforços ou ajustes para que se torne possível. 
Se há alteração ("Peso", Aeração, Timbre Agravado, Esforço de Apoio, Esforço de Laringe, Tensão Fonatória, Redução da Projeção, Incapacidade de Pianos, Quebra em Agudos, ou outros) de voz de início recente, O IDEAL É DEFINIR-SE O DIAGNÓSTICO, feito por laringoscopia, por médico otorrinolaringologista. POR QUÊ? 

Na presença de uma lesão/inflamação nova em pregas vocais, qualquer tentativa de CANTO OU FALA com maiores projeções, "metais" ou volumes, PODERÁ ocasionar lesões piores que, ou necessitarão de repousos mais demorados da voz na profissão, ou até de CIRURGIA DE VOZ, para mais rápida recuperação. O medo não é a cirurgia, que tem excelentes resultados em mãos experientes, mas da OBRIGAÇÃO DE REPOUSO VOCAL PÓS-OPERATÓRIO, sem possibilidade de trabalhar com a voz, por períodos variáveis que, sim, levam a complicações profissionais maiores para o usuário daquela voz. O objetivo de nosso consultório é evitar esses estresses maiores, por acompanhar essa população, de perto. (RY)

domingo, 24 de março de 2013

Dificuldade no canto. Júri. Culpa da voz falada ou da voz cantada? Julguem!

"Voz falada e voz cantada são uma unicidade no cantor. Os graves da fala devem pertencer, em grau de contato glótico, aos graves da tessitura cantada que, por sua vez, devem assemelhar-se neste mesmo contato, aos agudos e sobreagudos da mesma.
Quebras ou má qualidade de 1a passagem ou 2a passagem no canto, ambas, vêm quase sempre acompanhadas de vozes faladas muito eloquentes, fortes e eficientes. Este peso todo se transpõe para as outras 13 notas mais agudas e não permite mesclar registros em prol de um canto com menos esforço. 
A CULPA É DA FALA? Não, NA MINHA OPINIÃO, não se pode culpar a fala ou o canto, afinal, se a fonoterapia trabalhar somente as 5 notas musicais da fala, de dentro de uma parte pequena da tessitura, provavelmente, A DIFICULDADE NÃO SE SANARÁ. Homogeneidade de 18 notas é necessária no cantor. 18 notas deverão ser trabalhadas, para o equilíbrio dessa voz.
Essa é minha experiência em relação à valorização de culpa em vozes cantada ou falada. AMBAS são uma única. A principal causa de falha de outros tratamentos antes de chegar às nossas equipes de tratamento vocal, foi trabalhar somente a voz falada, qdo na verdade, homegeneidade era a necessidade." (RY)

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

COMO TENHO ESCRITO AQUI ALGUMAS VEZES, vejam o que encontrei nas palavras do Dr. GERRIT WOHLT, MD, médico alemão de Berlim/Viena, dedicado à Medicina das Artes Vocais, experientíssimo com vozes líricas de alta performance, leiam:


"When singers develop acute illnesses, the voice doctor is often called to the scene to cure a performer within a few hours, if possible. This is often not possible due to the slow metabolic processes of the vocal folds.

In this regard, the previously often used “larynx injection” should be warned against. This is an installation of decongestant medications, often with the addition of a local anesthetic. The anesthetizing effect of this medication causes the performers to partly lose kinesthetic control of their voice and for the most part encourages them to use a disproportionately strong voice, which due to the disorder would normally have been perceived by them as painful or inappropriate.


In this way, inflammatory states can be masked and the development of phonation thickenings promoted.

When in doubt, the artist is always better advised to cancel a performance rather than run the risk of developing severe inflammation or even phonation thickenings.

Likewise, the so-called “cortisone injection” shortly before performing must be strictly advised against. Acute vocal disorders in singers mostly develop due to viral or bacterial inflammation.

The cortisone injection does temporarily suppress the concomitant inflammatory symptoms (redness, swelling, heat), but does not treat the actual cause of the dysphonia.

As a result, the singer is induced to vocalize too intensely and risks delayed regeneration as well as the development of vocal fold nodules.

However, as a decongestant drug for treating vocal fold inflammation, cortisone has frequently proved itself. However, the voice should continue to be consciously protected."

domingo, 11 de novembro de 2012

O que é FENDA GLÓTICA? É sempre sinal de doença? Existe algum procedimento médico para auxiliar no seu fechamento?

Possuímos duas pregas vocais que estão atrás do pomo-de-Adão, que se afastam para que respiremos e se juntam para que vocalizemos ou engulamos algum alimento. 

Para que ocorra voz eficiente, ou seja, que se produza facilmente com a mínima quantidade de ar que sobe dos pulmões até as cordas, há necessidade de contato vocal completo, de toda a parte voltada para o meio, afim de que se aproveite todo o ar para vibrar estas estruturas. Seria o equivalente aos lábios da boca ao iniciarem vibrações feitas para exercícios ou brincadeiras, em que se houver escapes maiores não os conseguimos vibrar.

A FENDA GLÓTICA é, logo, o espaço que permanece entre as pregas vocais, mesmo durante a fonação, e que noz faz perder um pouco do ar que seria útil para iniciar ou manter a vibração das pregas vocais. Esta dita fenda pode ser VOLUNTÁRIA, quando auto-criamos esta abertura para fins estéticos ou artísticos na voz, ou INVOLUNTÁRIA, quando mesmo que queiramos NÃO SE É POSSÍVEL FECHÁ-LA, mesmo algumas vezes com esforço.

É nesta última que mora o DESCONFORTO, pois temos necessidade de descobrir porque ocorre, com diagnóstico MÉDICO, por meio da LARINGOSCOPIA. Pode ter inúmeras causas, dentre outras, os CALOS, os PÓLIPOS, os CISTOS, os TRAUMATISMOS NAS PREGAS VOCAIS, HEMATOMAS e até PARALISIAS de uma das cordas. Muito comum agora e também causa de fenda, com o envelhecimento da população brasileira, está sendo a PRESBIFONIA (Presbi= envelhecimento, Fonia= voz), que é a voz típica dos idosos, mas que se apresentam com queixa de voz.
Outras CAUSAS, ainda, dentre várias outras, são as condições em que há menos tecido disponível para juntar as cordas, por causa de cirurgias, irradiações, dentre outros.

A FENDA GLÓTICA causa ao ouvinte a sensação de uma bexiga esvaziando-se durante a vocalização e, por causa disso, muitas vezes obriga o indivíduo a respirar mais vezes durante a mesma, além de quase sempre levá-lo a um quadro de esforço de aperto na garganta, a hiperconstrição, para que consiga de alguma forma produzir alguma voz mais inteligível e projetável. Isto cansa tanto os músculos da respiração quanto os músculos que circundam a laringe, levando muitas vezes à FADIGA VOCAL.

FENDA GLÓTICA NÃO É DIAGNÓSTICO, É A CONSEQUÊNCIA DE ALGUM DIAGNÓSTICO, QUE IMPACTA A FUNÇÃO VOCAL. 

O tratamento dessas condições que geram as FENDAS É VARIADO. 

MUITO EM VOGA, atualmente, estão as reposições ou AUMENTOS DE VOLUME nas pregas vocais, por meio de SUBSTÂNCIAS VISCOSAS variadas em forma de GÉIS. Estes são aplicados dentro das cordas vocais, com o paciente acordado/consciente e sob ação de Anestesia em Spray de Lidocaína, com uso de pinças especiais e vídeo. Geralmente, tudo é feito pela boca junto com a LARINGOSCOPIA. PERMITEM, geralmente, QUE O PACIENTE FALE MELHOR LOGO AO FIM DO PROCEDIMENTO, sem mudar o equilíbrio fino da ação dos músculos que auxiliam na fonação e SEM necessidade de repouso vocal após o mesmo. O paciente, em geral, pode falar o quanto quiser assim que termina o procedimento. A duração do procedimento é de 10 minutos, entre anestesia com inalação e injeção. E volta para casa, na maioria das vezes, já falando melhor. 


domingo, 30 de setembro de 2012

International CV


1. Name: Reinaldo Kazuo Yazaki
2. Birth: 30/08/1976
3. Age: 36 years
4. Brazilian nationality
5. Speaks fluently: English, Portuguese, Spanish and Understands Japanese language
6. Profession: Medical doctor, General Otorhinolaryngologist-Surgeon, also dedicated to Laryngology/Phonosurgery
7. Graduation: FEDERAL UNIVERSITY OF SAO PAULO (1997-2002)
8. Medical Residency: FEDERAL UNIVERSITY OF SAO PAULO (2003-2006)
9. Specialization in Laryngology/Phonosurgery: FEDERAL UNIVERSITY OF SAO PAULO (2006-2008)
10. Master's Sciences: FEDERAL UNIVERSITY OF SAO PAULO (2008-2010), in proces. "Membranous Glottal Anteroposterior Proportion After Performance of Low and High tones During Singing, in Choral Singers"
11. General Otorhinolaryngology Practice (Surgical and Clinical): Public attention since 2008, until today, with continued contact with general specialty practice. Responsible for the Otorhinolaryngological Section of Endoscopy in a Diagnostic Medicine lab, since 2008, where he has performed around 100 laryngeal or nasal endoscopies and stroboscopies per month, for referring ENT doctors.
12. Private Office: 80% patients are professional voice users, mainly Performers. Experience of more than 2.000 ENT surgeries from 2007-2011.
13. Medline publications: 

a. Modifications of vestibular fold shape from respiration to phonation in unilateral vocal fold paralysis.
Steffen N, Vieira VP, Yazaki RK, Pontes P.
J Voice. 2011 Jan;25(1):111-3. Epub 2010 Mar 17.

b. The difficult management of patients with respiratory segmental dystonia.
De Biase NG, Pontes PA, Santos VJ, Vieira VP, Zambonato P, Yazaki RK.
Braz J Otorhinolaryngol. 2007 Mar-Apr;73(2):278-83.
PMID:
 17589739 [PubMed - indexed for MEDLINE] 

c. Vestibular fold configuration during phonation in adults with and without dysphonia.
Nemetz MA, Pontes PA, Vieira VP, Yazaki RK.
Braz J Otorhinolaryngol. 2005 Jan-Feb;71(1):6-12. Epub 2006 Jan 2.
PMID:
 16446884 [PubMed - indexed for MEDLINE] 

d. Vestibular folds configuration in vocal nodule.
Tuma J, Brasil OO, Pontes PA, Yasaki RK.
Braz J Otorhinolaryngol. 2005 Sep-Oct;71(5):576-81. Epub 2006 Mar 31.
PMID:
 16612517 [PubMed - indexed for MEDLINE] 

e. [Hyperthyroidism related to McCune-Albright syndrome: report of two cases and review of the literature].
Sallum AC, Leonhardt FD, Cervantes O, Abrahão M, Yazaki RK.
Arq Bras Endocrinol Metabol. 2008 Apr;52(3):556-61. Review. Portuguese.
PMID:
 18506282 [PubMed - indexed for MEDLINE] 

14. Congresses, Symposiums: Has attended around 05 five international congresses per year, on his own expenses. Is a repetitively invited lecturer of his national congresses of Otolaryngology (twice a year, since 2011), on the field of Laryngology.
15. Scientifical Interest: Phonosurgery and Pathophysiology of Singing Voice, High Speed Camera, Biological Prosthesis
16. Scientific purpose academic visitations: Marc Remacle's Belgium Service (2009), Ian Olofsson's and John Heimdal's Norwegian Service (2009), Tadews Nawka's Berliner Service (2009). 
17. Plans to undergo Doctorship Program in the Future
18. Needs to see more developed ENT technology
19. Needs to see experienced physicians in work to develop new ideas
20. Needs to discover ways to prevent professional dysphonias
21. Has written 2-3 book chapters about Laryngology Topics since 2009
22. Has taken part of some Magazine Articles in General Otorhinolaryngology (Twice a year, since 2009)


Pregas vocais branquinhas e retinhas na minha última laringoscopia, mas tenho ROUQUIDÃO DEPOIS DE SHOWS OU PERDA DE QUALIDADE NA VOZ. O que fazer?

Em Voz Cantada, nem sempre a Forma diz respeito à Função, ou seja, nem sempre o funcionamento é ditado pelo formato dos órgãos de aparência normal. Nesta, o MOVIMENTO da laringe é mais importante do que a Forma, pois este pode levar a alterações neste formato de tamanhos maiores que, sim, trarão as queixas de voz. O tendão de um atleta de ponta pode estar inflamado, mas o formato do órgão está preservado na foto promocional. Na voz, ocorre o mesmo, devemos buscar o PROVÁVEL MECANISMO DE LESÃO, mesmo quando a FOTO da laringe parece normal. Portanto, se há queixa de voz, não se contentem com a normalidade da FOTO das pregas vocais. DISFONIAS FUNCIONAIS têm diagnósticos esmiuçados que, se descobertos pelo médico otorrino dedicado à voz, anteciparão o desaparecimento da queixa ao serem tratados por fonoaudióloga. Toda disfonia causada por função equivocada é CONSIDERADA FATOR PRÉ-LESÃO DE PREGAS VOCAIS. (RY)

domingo, 23 de setembro de 2012

Ainda que NÃO seja superior à ESTROBOSCOPIA, aqui deixo outro exemplo da HIGH SPEED, pois Ciência, apesar de nem sempre aplicável à prática, é COOL!



Aqui um outro exemplo de VOZ COM DRIVE, onde é possível ver a onda da mucosa se formar nas falsas pregas vocais, que estão logo acima das verdadeiras pregas vocais. AMAZING! 
OBS: PARA SE TER UMA IDÉIA, essa emissão durou no máximo 02 segundos!!!


  • Reinaldo Yazaki PERGUNTA A SER FEITA: QUANTO QUE ISSO ADICIONARÁ ÀS ESTRATÉGIAS DE FONOTERAPIA?
  • Reinaldo Yazaki SERÁ QUE VALERÁ A PENA, VISTO QUE HÁ VÁRIAS MANEIRAS DIFERENTES DE EMITIR UM MESMO GRUPO DE TONS MUSICAIS?
  • Reinaldo Yazaki SE ESTAMOS FALANDO DE AJUSTES, VCS ACHAM QUE O EXAME FEITO PELA BOCA (HIGH SPEED SEMPRE ASSIM É FEITO) PERMITE VERIFICAR POSTURAS REAIS DA LARINGE E DO TRATO VOCAL, JÁ QUE A LÍNGUA ESTÁ INVARIAVELMENTE PRESA PELOS DEDOS DO MÉDICO?
  • Reinaldo Yazaki POR ISSO, nem tudo o que reluz é ouro, vamos aguardar as pesquisas para ver se vale a pena!

Câmera de Alta Velocidade OU Estroboscopia, qual é melhor???

Aqui deixo um exemplo de VÍDEO ORIGINADO DE CÂMERA DE ALTA VELOCIDADE (HIGH SPEED) PARA LARINGOSCOPIA, oriundo de um Kay-Pentax, colorido, cuja APLICAÇÃO serve primordialmente para vozes que não tem regularidade de vibração e não sincronizam com a Estroboscopia, que é AINDA o MELHOR EXAME para verificar ESTRUTURA+VIBRAÇÃ0 das pregas vocais. 

High-Speed PECA (de Pecado!!!) por avaliar SOMENTE alguns SEGUNDOS de UM ÚNICO TIPO DE EMISSÃO, dentre vários tipos que podem ser feitos para uma mesma tarefa vocal. Avaliar um cantor com isso LEVARIA UMA SEMANA PARA CADA CANTOR. 

LOGO, creio que será interessante para a Pesquisa e aguardo ansiosamente a descoberta de sua real aplicabilidade clínica para INVESTIR os 100 mil dólares..!!! Rsrsrs!


sábado, 22 de setembro de 2012

"FATORES DE QUEBRA e INSUCESSO DE REPOUSO VOCAL RELATIVO"


Da Série DICAS DE SAÚDE VOCAL DO DR. REINALDO YAZAKI:
"FATORES DE QUEBRA e INSUCESSO DE REPOUSO VOCAL RELATIVO" (Aquele em que se pode falar o estritamente necessário):

1. Voz projetada para mais de MEIO metro
2. Quaisquer conversas em ambiente com Qualquer Ruído
3. Excesso de Força ou Frequência de Pigarro ou Tosse ou Vômito
4. Voz muito grave ou grossa
5. Tempo de uso de voz maior do 20% do que seria usado normalmente em 24 horas
6. Sintomas como Ardor/Dor/Piora/Esforço com o uso de Qualquer Vocalização.

COMUNIQUE O MÉDICO SE HOUVER SINTOMAS.